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sábado, 30 de abril de 2011

FALANDO COM DEUS





Meu Deus peço aqui proteção
Que o senhor possa sempre me livrar
Chamo meu Deus em oração
Para que ele venha me guiar.

Com o senhor estarei bem guardado
Acompanhado das graças lar do céu
Ele que está comigo ao meu lado
Enviando-me seu anjo Gabriel.

Deus em minha frente, paz na guia
Assim estarei aqui protegido
A virgem vai também me acompanhar.

Com o manto da virgem Maria
Que me livra de um bandido
E seja por onde eu passar.


Hoão Pessoa-30 de Abril 2011

O PACIENTE




O paciente chega a um hospital
De dor, ele vem se acabando
O seu estado de saúde é mal
E o doutor vai logo medicando.

Sobre uma cama, ele fica deitado
Alguém da família fica a olhar
Ele tomando soro despreocupado
Sabendo que o remédio vai curar.

Às vezes, ele sente uma agonia
Quando é aplicada uma injeção
E querendo ficar logo em pé.

Começa chamar a Virgem Maria
E abala a Virgem da Conceição
E ainda clama por são José.


João Pessoa- 30 de Abril de 2011

A MULHER


A mulher é um tesouro, que no mundo Deus criou
Para que o homem ficasse bem acompanhado
Quando Adão, com Eva no éden se encontrou
Eles não tinha ainda do sexo provado.

Um pelo outro ali se interessou
E Deus teve que o casal abençoar
Adão com Eva no jardim tranzou
E Deus não quis mais eles separar.

Assim Deus deixou a mulher
E cada vem mais ele está se destacando
Mulher forte, e sempre guerreira

Ela vem lutando com força e fê
E pra presidente a eleição foi ganhando
Na presidência ela é a primeira.

João Pessoa- 30 de Abril de 2011

sexta-feira, 29 de abril de 2011

REFLEXÃO DO PASSADO


Sinto meu corpo cansado,
A idade de mim se aproximando,
A postura de um jovem acabando,
Vejo chegar à maior idade.
Não tenho mais aquela liberdade,
Que tinha quando moço no passado,
Fico às vezes pensando assentado,
Ao vê o amanhecer de cada dia.
Há meu Deus como eu queria
Se pudesse voltar ao passado.

Vinte e um ano completei,
De policia militar no meu estado,
Confesso que sou muito dedicado,
Quando me refiro a minha profissão.
Amo minha farda de todo coração,
Aqui não esqueço cada momento,
Cheguei hoje ao posto de sargento,
Agradeço a Deus por esse dia.
Há meu Deus como eu queria
Se pudesse voltar ao passado.


Doze anos em junho de idade,
Adeilson o filho mais velho completou,
foi o primeiro filho que chegou
que eu ansioso tinha que esperar
O Alyson nove anos vai completar,
Em Dezembro ele está aniversariando,
Uma surpresa estou organizando,
E espero ansioso que chegue esse dia.
Há meu Deus como eu queria
Se pudesse voltar ao passado.

Minha mãe que tanto o amava,
Jesus para a eternidade o chamou,
Um filho poeta na terra ela deixou,
Mais ela não teve esse prazer.
De vê seu filho, versos escrever,
Como hoje estou te dedicando,
Mamãe com Deus está morando,
Por mim não tinha chegado esse dia.
Há meu Deus como eu queria
Se pudesse voltar ao passado

Armando Morais em 29 de Novembro de 2010

O PODER DA CANETA


Quero mostrar em cada verso
O valor que a caneta tem
Falando de um objeto
Quando está na mão de alguém.
Tanto tira um da prisão
Ou decreta a morte também.

Bem no começo dos tempos
Por uma pena ela era usada
Melando no tubo com tinta
E o bico ficando molhada.
Mais era pelos famosos
Que era muito utilizada.

Já começamos desde criança
Com lápis de cor pintando
Vai chegando à curiosidade
Por uma caneta se dedicando.
Alguns anos depois
Começa o nome assinando.

Existem de vários modelos
Tem a chique e a popular
A chique é para os ricos
E o pobre não pode comprar.
Mais seja qual for à caneta
O importante é assinar.

A INSPIRAÇÃO


Ao amanhecer de cada dia
Percebo em mim um prazer
Pego meu lápis e papel
E vou meu verso escrever.
O vento no jardim circulando
E Deus inspiração me enviando
Para dedicar a você.

No jardim chega um beija-flor
Cada flor ele vai beijando
E chega também uma borboleta
E no jardim fica circulando.
O orvalho da noite que passou
Em cada planta que molhou
E vou ali me inspirando.

Aparece um lindo sabiá
Quando o dia ali amanhece
Cantando sobre seu ninho
que do seu filho não esquece.
Que estavam todos chorando
A mãe foi logo escutando
Ao ouvir ela muito padece.

MOTE- QUANDO CHOVE NO SERTÃO O CAPIM VERDE LOGO APARECE


Vivo aqui no sertão da Paraíba
a terra aqui é muito castigada
no café como cuscuz com qualhada
acompanhado por um copo de café
a fumaça saindo pela chaminé
e mamãe o fógo abanando
papai lenha no fógo colocando
sempre que o dia aqui amanhece.
Quando chove aqui no sertão
O capim verde logo aparece.


Eu saia com papai pela serra
com o cachorro para caçar
rolinha, lambú e prear,
timbú, gavião e tejú,
ribassam, carcará e tatú
era a caça que eu mais gostava
papai a espingarda preparava
em cada caça quando acontece.
Quando chove aqui no sertão
O capim verde logo aparece.

Botava caçuar no jumento
para água no poço buscar
o jumento feliz a caminhar
e o sol bem quente castigando
um gavião sobre o céu voando
e o cachorro com o mato latindo
e o sol sobre a serra sobindo
sempre que o dia alí amanhce
Quando chove no sertão
O capim verde logo aparece.

João pessoa- 29 de março de 2011

A FORÇA DE CADA POETA


Cada poeta nesse universo
Que a inspiração quer divulgar
Ele escreve bem tranqüilo
Tudo que vai apresentar.
Soneto, poema ou cordel
Fará um bom papel
Seja aonde chegar.

Ser poeta faz bem a alma
Faz um amigo analisar
Ao ler tranqüilo um verso
Ele fica sempre a pensar.
Logo lembrando o passado
Sobre uma cama deitado
E começa a mente viajar.

O amigo fica refletindo
Tudo que ele praticou
Ao ler, ou ouvir um verso,
Que em seu passado lembrou.
Um verso quando rimado
Deixa um leitor apaixonado
Que algo nele tocou.

Quem de mim discordar
Mais eu aceito a sua opinião
Procure ler um verso
E faça uma reflexão.
Se no seu passado tocou
Algo que você passou
Com essa minha inspiração.

João pessoa-29 de Abril de 2011

MAMÃE UMA PEDRA PRECIOSA


Mamãe, que em seu ventre tão sagrado, me gerou.
Nove meses, com dores passaste me carregando.
Quantas vezes aflitas, você chorou.
Na madrugada fria, eu sempre te acordando.

Mamãe, os nove meses ali se aproximavam.
E a senhora sofria com tanta ansiedade.
Quantas lágrimas da senhora rolaram.
E aumentava mais a sua curiosidade.

O tempo chegou, e você me acolhia.
A cada noite comigo, mamãe passava.
E nos seus braços sempre me balançando.

A senhora mamãe, quantas vezes sofria.
E junto ao seu ventre me colocava.
E eu com frio, abria a boca e ficava chorando.



João pessoa, 29 de abril de 2011

quinta-feira, 28 de abril de 2011

MOTE- QUANDO CHOVE NO SERTÃO, O AÇUDE COMEÇA A SANGRAR.

Vivo no sertão Paraibano
Onde o calor aqui permanece
Assim que o dia amanhece
Já vem a terra esquentando
A lavoura logo muchando
O sertanejo com chapéu na mão
No tempo faz uma oração
Para Deus chuva mandar.
QUANDO CHOVE NO SERTÃO
O AÇUDE COMEÇA A SANGRAR.


Mais quando aqui não chove
A água começa a sumir
O peixe começa a diminuir
E a lama vem aparecendo
Sapo de rabo já morrendo
O tetéu à noite voando
Água ele procurando
Para ele se alimentar.
QUANDO CHOVE NO SERTÃO
O AÇUDE COMEÇA A SANGRAR.


Porém o nosso sertanejo
Não tem nenhuma solução
Chora com a real situação
E água em casa faltando
A mulher também reclamando
O gado no pasto seco morrendo
E vai ali anoitecendo
E ele somente a lamentar.
QUANDO CHOVE NO SERTÃO
O AÇUDE COMEÇA A SANGRAR.

João pessoa- 28 de Abril de 2011.

MINHA QUERIDA JOÃO PESSOA


Belas praias, mulheres felizes se bronzeando.
Crianças tomando banho, e na areia brincando.
Uma bebida com peixe para almoçar.
E meninos com pipas na praia pra soltar.

A natureza aqui é linda e ajuda a viver.
A brisa que sai da água me deixa satisfeito.
Fico feliz, ao ver aquilo tenho muito prazer.
E tudo quando Deus fez, é lindo e perfeito.

Entro em um barco, e começo a pescar.
Sei que tem peixe, dado pela natureza.
Quem não conhece, precisa um dia aqui visitar.

Com certeza Deus, vai te abençoar.
Venha desfrutar essa grande riqueza
E quem conhece, não quer mais voltar.

João pessoa, 28 de Abril de 2011.

MÃE DE DEUS

Oh mãe de Deus coberta e iluminada por luz,
Oh virgem Maria, minha santíssima.
Que choraste ao ver seu filho Jesus,
Continua sendo, virgem e puríssima.

Os anjos sempre com a senhora estarão,
Em um lugar limpo, e bem reservado.
Cantando louvores, em forma de canção,
E a virgem com seu manto sagrado.

Traga-me luz, paz e muita felicidade,
Proteja-me com seu manto santificado
E me envia inspiração do sagrado céu.

Em meus versos quero prosperidade,
Oh virgem, fique sempre ao meu lado.
E me cubra com seu santíssimo véu.


João Pessoa, 28 de Abril de 2011.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

MEU PRIMEIRO BEIJO

Confesso




Aos meus dez anos de idade,
Foi quando o primeiro beijo eu dei.
Eu ainda na flor da menor idade,
E foi aquela com quem, me apaixonei.

Na escola sempre com ela me encontrava
E gostava quando com ela, eu vinha conversar.
A professora sempre me observava,
E eu com a moça feliz a beijar.

Mais um dia esse lindo amor acabou,
Foi obrigado com meu pai se mudar,
E a esperança foi logo acabando.

Confessou que lagrima em mim rolou,
Sabendo que aquele amor tinha que terminar,
E em seguida eu fui me mudando.



João Pessoa- 27 de Abril de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

MOTE-QUANDO MORRE UM POETA, CHEGA MAIS UM ANJO PARA O CÉU

O poeta chega toca e canta
Faz a sua viola chorar
O povo a si emocionar
E o poeta ali rimando
Inspiração do céu chegando
Em um local bem descampado
O poeta muito emocionado
Feito formiga no mel.
QUANDO MORRE UM POETA
CHEGA MAIS UM ANJO PARA O CÉU.

O poeta junto do seu povo
Começa seu verso declamar
Para o céu ele fica a olhar
Recebendo a grande inspiração
Com o pulsar do seu coração
Ele realiza a sua cantoria
Agradece a virgem Maria
Que está estampada no papel.
QUANDO MORRE UM POETA
CHEGA MAIS UM ANJO PARA O CÉU.


O poeta tem sua trajetória
Ninguém sabe o dia final
Nenhum poeta não é igual
Cada um tem seu dom
A viola é quem dar o som
Cada ritmo bem diferente
O poeta fica contente
Feito soldado no rapel.
QUANDO MORRE UM POETA
CHEGA MAIS UM ANJO PARA O CÉU.


João pessoa 26de abril de 2011

O MENOR ABANDONADO


Ele sai pela rua, com os pé no chão,
Descalço, ele sai triste caminhando.
Na esperança de ganhar um pão,
Pela sociedade ele fica esperando.

Nos semáforo de cada cidade,
Ele tenta uma moeda ganhar.
Eles pendem com sinceridade
Que o condutor percebe em seu olhar.

Vamos apoiar o irmão abandonado
Cada um comece sua parte fazendo
Vamos fazer a ele, uma doação.

Precisamos deixar ele alimentado
Que de fome estão morrendo
Vamos ter dele compaixão.





João Pessoa- 26 de Abril de 2011

O IDOSO NO AZILO





O idoso quando chega certa idade,
Ninguém não dar nem atenção.
Apenas lamentam a sua mocidade,
Hoje no seu tempo de ancião.

Muitos são internos em um asilo
E nem vão mais, o pai visitar.
Diz:- não quero mais saber daquilo
-e tenho mais com que, me preocupar.

Em um asilo eles ficam chorando
E as lágrimas dos olhos saindo.
E não tem por quem esperar.

Em uma varanda, eles ficam olhando,
Assentados eles terminam dormindo.
E ninguém vem lhe visitar.

João pessoa, 26 de Abril de 2011

A FORÇA DE CADA POETA

A FORÇA DE CADA POETA

Cada poeta nesse universo
Que a inspiração quer divulgar
Ele escreve bem tranqüilo
Tudo que vai apresentar.
Soneto, poema ou cordel
Fará um bom papel
Seja aonde chegar.

Ser poeta faz bem a alma
Faz um amigo analisar
Ao ler tranqüilo um verso
Ele fica sempre a pensar.
Logo lembrando o passado
Sobre uma cama deitado
E começa a mente viajar.

O amigo fica refletindo
Tudo que ele praticou
Ao ler, ou ouvir um verso,
Que em seu passado lembrou.
Um verso quando rimado
Deixa um leitor apaixonado
Que algo nele tocou.

Quem de mim discordar
Mais eu aceito a sua opinião
Procure ler um verso
E faça uma reflexão.
Se no seu passado tocou
Algo que você passou
Com essa minha inspiração.

João pessoa- 26 de Abril de 2011

SIMPLESMENTE SEU OLHAR




Foi assim que tudo começou
Em um belo dia, que te encontrei,
E não parava de pensar em você.
Quando parei pra te olhar.

Meus olhos apenas te via, eu não conseguia
Para outra mulher olhar. Você às vezes não me ligava,
e eu ficava muito preocupado.
Apenas lembrando-se do seu olhar.

Assim começamos o nosso namoro,
Foi muito bom aqui eu te encontrar.
Ao dormir eu ficava feliz dormindo,
Apenas a lembrar do seu olhar.
Passeamos por praias e shopping,
E sempre abraçado com você.
Com certeza era a maior felicidade,
Que sempre eu ali queria ter.
Porém quando eu te deixava em casa
Eu ficava sozinho a pensar.
Lembrando dos seus lindos olhos
E pensava logo no seu olhar.


Mais alguns anos passamos juntos,
E esse amor um dia pode acabar.
Fiquei triste e insatisfeito,
Que o nosso amor aqui terminou.
De minha parte não tinha terminado,
Porque comece dela gostar.
Mais mesmo distante dela,
Ainda lembro-me do seu olhar.

Hoje o tempo já passou,
Ela já com outro se casou.
E eu pude com outra também casar.
Mais o primeiro amor da minha vida,
Confesso que não consigo esquecer,
Quanto estou sozinho pensando,
Lembro apenas do seu olhar.


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João Pessoa, 27 de Abril de 2011