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sexta-feira, 29 de abril de 2011

MAMÃE UMA PEDRA PRECIOSA


Mamãe, que em seu ventre tão sagrado, me gerou.
Nove meses, com dores passaste me carregando.
Quantas vezes aflitas, você chorou.
Na madrugada fria, eu sempre te acordando.

Mamãe, os nove meses ali se aproximavam.
E a senhora sofria com tanta ansiedade.
Quantas lágrimas da senhora rolaram.
E aumentava mais a sua curiosidade.

O tempo chegou, e você me acolhia.
A cada noite comigo, mamãe passava.
E nos seus braços sempre me balançando.

A senhora mamãe, quantas vezes sofria.
E junto ao seu ventre me colocava.
E eu com frio, abria a boca e ficava chorando.



João pessoa, 29 de abril de 2011

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